´POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Presidente Dilma participa da assinatura de contrato do metrô na BA

Presidente Dilma participa da assinatura de contrato do metrô na BA

EM 15 DE OUTUBRO DE 2013 AS 15H02
Evento foi realizado nesta terça (16), e contou com presença de autoridades.
'Vocês terão orgulho do metrô de Salvador', disse Dilma em pronunciamento. 
Fonte: G1

Presidente Dilma assina contrato para construção da 2ª linha do metrô
A presidente Dilma Rousseff esteve em Salvador nesta terça-feira (15), onde participou de evento para assinatura do contrato para ampliação, construção e operação do metrô de Salvador. Na cerimônia, também foi anunciado a construção do corredor para "Transporte Rápido de Ônibus" (BRT), parceria com a prefeitura, orçado em R$ 600 milhões.

Participaram da cerimônia autoridades como o Governador Jaques Wagner, o vice, Otto Alencar, o Ministro dos Transportes, César Borges, o Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, o secretário da casa civil, Rui Costa, o prefeito de Salvador, ACM Neto e o prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva.

As obras do metrô já duram 13 anos na capital baiana. Neste ano, o contrato foi repassado ao governo estadual, que se comprometeu em entregar a linha 1, já concluída e que será ampliada, até o final de 2014 e a linha 2, que será feira com a parceria público-privada, até 2017.

Durante o evento, realizado em um hotel no bairro de Stella Maris, Dilma falou sobre a demora das obras e disse que o soteropolitano terá orgulho da mobilidade urbana. "Durante muito tempo no Brasil o metrô foi obra de poucos, ou para poucos. Nós deveríamos nos contentar com o transporte de ônibus e ponto.

 Mudamos a concepção. Metrô é coisa de país continental, com grandes cidades. E esta concepção exige soluções. Temos consciência que é necessário fazer metrô nas cidades mais populosas de nosso país. Essa discussão de que é transporte de rico devemos jogar no lixo da história passada deste pais. E todas as modalidades têm que ser integradas", disse.

Jaques Wagner agradeceu à presidente e comemorou a parceria entre os governos e a prefeitura. "Hoje, aqui, finalmente o metrô e a mobilidade urbana de Salvador estão entrando nos trilhos. Registro a reciprocidade da prefeitura nessa parceria. Tirar a chagas, a marca que cada um tinha de que a mobilidade urbana não iria acontecer. Trabalhamos juntos nessa parceria e na hora da disputa política ela acontecerá.

 Ao todo estamos colocando R$ 7,3 bilhões para tentar minimizar essa situação [falou em referência às obras do metrô e outras obras viárias, como a Via Expressa]. Não tenho dúvida que sendo essa a terceira maior cidade do país, teremos a oportunidade de ofercer um belo cartão postal em serviços. Quero dar o prazer de, entre meados e final de 2014, dar o prazer da população entrar no metrô, e depois na segunda etapa. Eu não tenho dúvida que a tendência dele é a expansão" disse.

Parceria com o município

No evento, a presidente anunciou ainda, em parceria com a prefeitura municipal, a construção do BRT. "Temos também que destacar o BRT, parceria com a prefeitura, da Lapa ao LIP e o VLT. Acho que é de fato um momento histórico. Esse tipo de projeto é de brigar todo dia, resolver problema todo dia. Eles irão trabalhar todo dia para garantir as obras. Quero dizer que vocês podem ter muito orgulho porque os projetos das obras são consistentes, o caminho está traçado e a empresa é séria. Tenho certeza que vocês terão orgulho do metrô da Bahia", destacou Dilma.

"Presidenta, hoje a senhora faz história na primeira capital do Brasil. Salvador vive um problema de mobilidade urbana e esses investimentos vão ter a força de mudar a história de Salvador. A assinatura desses projetos é algo que essa cidade espera há muito tempo. Uma novela que se extendia há anos foi resolvida em apenas quatro meses. Deixo nossa inteira disposição em trabalhar para que essa obra aconteça em um menor tempo possível e que Salvador possa oferecer qualidade no transporte para a população", disse o prefeito, ACM Neto.

Tarifas

Segundo Harold Peter, presidente da CCR Bahia, ainda não há tarifas previstas para o transporte. "Será uma passagem de integração, onde o usuário paga um bilhete e tem direito e utilizar ônibus e metrô. Mas os valores das tarifas ainda serão estudados juntamente com o governo", informou. O governador também usou seu discurso para falar de obras como a via expressa, os viadutos do Imbuí, Narandiba e a ampliação da Avenida Pinto de Aguiar. "Vamos finalmente desentarar essa "cabeça de jegue" que estava enterrada e vamos, finalmente, dar um metrô de respeito a essa cidade", completou.

O contrato assinado entre governo e a companhia CCR tem duração de 30 anos. Dos R$ 3,9 bilhões previstos para o término das obras, cerca de R$ 1,3 será verba federal do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), outro R$ 1 bilhão do governo estadual e R$ 1,6 bi da concessionária. A licitação foi vencida no mês de agosto.

Processo licitatório

Uma única empresa se inscreveu como candidata no processo de licitação do metrô,  com proposta para ampliar a primeira etapa da obra e construir a segunda etapa, que vai deve ir até a cidade de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana.

Parte do processo de licitação ocorreu na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa).
Outras empresas interessadas entregariam propostas, mas só a Companhia de Participações em Concessões (CPC), controlada pela Companhia de Concessão Rodoviária (CCR), tinha toda a documentação necessária, de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur), que conduz o processo.

A Licitação do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas foi lançada pelo governo estadual no mês de maio e prevê a complementação dos 12 km da Linha 1, até Pirajá, com o estudo para a expansão até a região de Águas Claras/Cajazeiras.

Está prevista ainda a implantação da Linha 2 do metrô, da capital até Lauro, com 21 km e 13 estações. As duas obras serão geridas por Parceria Público-Privada (PPP). Ao todo, segundo a CCR, serão 33,4 km de linhas, em 19 estações.

Investigações

A conclusão da primeira etapa, atualmente com 6 km, está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União. O gasto total seria de R$ 1 bilhão. O consórcio Metrosal, formado pelas empresas Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Siemens, é acusado de superfaturamento e de entregar a obra pela metade e com falhas na estrutura, como infiltrações.

Segundo o TCU, há indícios de superfaturamento de quase R$ 160 milhões desde o início da obra, há 13 anos, valor que, corrigido, hoje chegaria a R$ 400 milhões. O Metrosal nega superfaturamento e diz que não houve irregularidades na licitação. O consórcio afirma que o projeto básico apresenta todos os itens da obra.

Segundo o TCU, foi concedida extensão dos prazos para as empresas apresentem respostas às pontuações do órgão. Com isso, o consórcio deve apresentar a sua defesa até meados de setembro. O TCU acrescenta que técnicos farão a análise com celeridade, devido à "importância da matéria", e vai encaminhar a posição do gabinete do ministro-relator Augusto Sherman. Em seguida, Sherman vai levar o processo para sessão plenária.

Entenda processo do TCU

Conforme o processo do TCU, o convênio para a obra foi firmado em 1998 e o contrato assinado entre a CTS e a Metrosal no ano seguinte, no valor de R$ 358 milhões, envolveria recursos federais, estaduais e municipais. A partir de 2001, a obra passou a receber de fato recursos federais e ser fiscalizada pelo TCU.

Em 2006, uma auditoria revelou ausência de planilhas orcamentárias, "impedindo a adequada avaliação da compatibilidade de preços". A suposta fraude foi verificada no trecho Lapa-Pirajá. A partir daí, o TCU instaurou uma tomada de contas especial em 2009 para reaver os valores.

No fim de 2012, no julgamento da tomada de contas, o tribunal constatou o superfaturamento e afirmou que a obra foi contratada com valor 113,7% acima do mercado e, portanto, os envolvidos teriam de devolver R$ 166.043.599,40 aos cofres públicos (preços de maio de 1999) com correção monetária. O valor atualizado atinge R$ 400 milhões, conforme a assessoria do TCU. Os ministros determinaram que a CTS não aceite certificado de conclusão da obra até o fim da apuração dos fatos.

Para o ministro relator do processo, "as deficiências constatadas, apesar de percebidas por gestores da CTS não foram corrigidas e conduziram à contratação das obras a preços excessivamente elevados e à necessidade de um grande número de modificações".

Sobre as modificações, o TCU entendeu que elas foram criadas por meios de aditivos "que não apenas repetiram e expandiram os elevados preços originalmente contratados, mas também extrapolaram os limites legal de alteração do valor contratual".

No dia 17 de julho, o plenário do TCU decidiu manter suspensas as obras do Metrô de Salvador e obrigou que as empresas aumentem o valor das garantias para "assegurar o resultado da apuração em curso no TCU acerca de eventual dano ao erário". O consórcio de Siemenes, Camargo e Andrade ofereceu R$ 61 milhões de garantia, mas o TCU pediu R$ 115 milhões em garantias.

Ministério Público

Além da apuração do TCU, o Ministério Público Federal da Bahia também investiga os fatos na área criminal. O procurador Vladimir Aras enviou ofício à Siemens para saber se a empresa tem interesse em colaborar com as investigações.

"A Divisão de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal na Bahia também quer saber se houve conluio entre empresas nas licitações do metrô de Salvador, a exemplo do cartel delatado pela alemã Siemens às autoridades antitruste brasileiras nas licitações para aquisição de equipamento ferroviário e para a construção e manutenção de linhas metroviárias em São Paulo e Distrito Federal", diz nota do MPF.

Há ainda processo judicial sobre a fraude, investigada pela Polícia Federal na Operação Castelo de Areia. O MP denunciou empresários, mas a ação foi paralisada porque o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou as provas da operação. O MP recorreu, mas ainda não há decisão final.

MOÇÃO DO LEGISLATIVO PAULISTA

Moção do legislativo paulista que encontra coerência com a operação fora dos trilhos do Del. PF Lopes Abelha.
Devemos divulgar a moção a todas autoridades possíveis independente das suas ideologias político-partidárias.
 
     Não interessa se o governo paulista é oposição ao federal, a questão da policia ferroviária e de Estado superando as politicas de governos.
 
    Bom dia à todos. 

MOMENTOS DE TENSÃO PARA OS PFFs DO BRASIL

SINDICATO DOS POLICIAIS FERROVIARIOS FEDERAIS DO ESTADO DE PERNAMBUCO
SINPOFFER - CNPJ N.º 14.945.005/0001-00
Rua Barão da Vitória, 295 – Sala 411 – CEP 50.020-120 - São José – Tel: (81)3049-4055 – Recife – PE.

INFORMATIVO

TUDO ACONTECERÁ NO MOMENTO CERTO

APÓS INÚMERAS TENTATIVAS FEITAS POR NOSSA COMISSÃO DE POLICIAIS, REPRESENTADA PELOS COLEGAS DO RIO DE JANEIRO DR. DECCO, PRESIDENTE DO SINDICATO PFF RIO DE JANEIRO, DR. EDUARDO COIMBRA PRESIDENTE DO SINDICATO PFF MINAS GERAIS, SR. EDSON LIMA PRESIDENTE DO SINDICATO PFF. SÃO PAULO, SR. VAZ PRESIDENTE DO SINDICATO PFF RIO GRANDE DO SUL E AUGUSTO LIMA, PRESIDENTE DO SINDICATO PFF PERNAMBUCO, COM O CORPO TÉCNICO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA PARA ACHAR UMA ALTERNATIVA JURÍDICA QUE ATENDESSE O PLEITO DOS POLICIAIS FERROVIÁRIOS (REGULAMENTAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DOS MINISTÉRIOS DAS CIDADES E TRANSPORTES PARA O DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL NO ÂMBITO DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA), FICOU ACERTADO NESTA DATA 16/10/2013, EM REUNIÃO MUITO PROVEITOSA COM MINISTRO, EX.º JOSÉ EDUARDO CARDOZO E SEUS ASSESSORES JUNTAMENTE COM O DEPUTADO FEDERAL ADEMIR CAMILO, QUE ATÉ O DIA 23/10/2013, O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA IRÁ ENVIAR AO GOVERNO (CASA CIVIL) UMA PROPOSTA PARA NOSSA REGULAMENTAÇÃO.

AINDA NÃO SABEMOS INFORMAR QUAL SERÁ A PROPOSTA, VAMOS AGUARDAR.

Caros Policiais Ferroviários Federais, não se deixem enganar por lobos disfarçados em pele de cordeiro.

Juntos somos fortes !

DEUS É FIEL !

Recife, 17 de Outubro de 2013

Emanuel Augusto dos Santos Lima
Diretor-Presidente

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

À POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL EM QUESTÃO

Amigos PFFs,
Notícias do site Imprensa Oficial(www.imprensaoficial.com.br)

16/10/2013 - Legislativo - Pag. 31

Pauta
16 DE OUTUBRO DE 2013
154ª SESSÃO ORDINÁRIA
Em pauta por 5 (cinco) sessões, para conhecimento,
recebimento de emendas e estudos das Sras. Deputadas
e dos Srs. Deputados, de acordo com o artigo 156 e o
item 2 do parágrafo único do artigo 148 do Regimento
Interno.
1ª Sessão
1 - Projeto de lei nº 736, de 2013, de autoria do deputado
José Bittencourt. Classifica Nazaré Paulista como Município de
Interesse Turístico.
2 - Projeto de lei nº 737, de 2013, de autoria do deputado
José Bittencourt. Classifica Brodoswki como Município de Interesse
Turistico.
3 - Projeto de lei nº 738, de 2013, de autoria da deputada
Vanessa Damo. Institui o Programa de Orientação em Saúde
e Atendimento Social às Gestantes e implanta medidas de
informação sobre a Política Nacional de Atenção Obstétrica e
Neonatal no Estado.
4 - Projeto de decreto legislativo nº 18, de 2013, de autoria
do deputado Carlos Giannazi. Susta os efeitos do inciso I do
artigo 4º do Decreto nº 59.327, de 2013, que dispõe sobre
medidas de redução de despesas de custeio e de reorganização
no âmbito da Administração Direta e Indireta.
5 - Moção nº 97, de 2013, de autoria do deputado Itamar
Borges. Apela para a Sra. Presidenta da República a fim de que
determine aos órgãos competentes a elaboração de estudos e
a adoção de providências urgentes no sentido de incorporar os
policiais federais da RFFSA, CBTU e TRENSURB ao Departamento
da Polícia Ferroviária Federal, órgão ligado ao Ministério da
Justiça, medida esta que repara uma grave injustiça cometida
contra os membros desta gloriosa corporação.

15/10/2013 - Legislativo - Pag. 23

MOÇÃO Nº 97, DE 2013
A polícia Ferroviária Federal é o órgão policial responsável
pelo policiamento ostensivo das ferrovias federais do Brasil,
conforme dispõe a Constituição Federal em seu artigo 144,
inciso III, parágrafo 3º.
Os policiais ferroviários oriundos da RFFSA, CBTU e TRENSURB,
estão tendo dificuldade em serem recepcionados pelo
Ministério da Justiça. É de extrema importância a incorporação
desses profissionais ao Departamento da Polícia Ferroviária
Federal, medida esta que repara uma grave injustiça cometida
contra os membros desta gloriosa corporação.
A Lei nº 8.112 de 08 de dezembro de 1990 através do Artigo
nº 243 permitiu a absorção do quadro da Polícia Rodoviária
Federal no Regime Jurídico Único, porem, não acontecendo o
mesmo tratamento com os servidores da Polícia Ferroviária
Federal.
Com o crescimento da criminalidade, as quadrilhas organizadas
encontram na malha ferroviária uma nova rota para o
comercio ilegal de drogas e contrabando de armas, pois com
o advento da Concessão da malha ferroviária a nível nacional,
houve um entendimento equivocado de que não havia necessidade
da Polícia Ferroviária Federal. Esqueceram do grande
serviço prestado ao Brasil.
Diante do exposto, necessário se faz para o bem da Segurança
Pública Nacional resgatar esses trabalhadores que foram
esquecidos pelo Poder Público Federal, assim como resgatar
o efetivo controle das áreas de segurança, pois sem o policiamento
público nos corredores ferroviários em âmbito nacional,
pode-se afirmar que toda eficiência que as Polícias Federal e
Rodoviária exercem em âmbito nacional, que merecem todos os
elogios, fica deficiente se a Polícia Ferroviária Federal não fizer
a sua parte nas malhas ferroviárias em âmbito nacional.
Neste sentido se faz necessário o apoio das autoridades
para que ajude na realização deste sonho antigo dos policiais
ferroviários, incorporando esses profissionais no Departamento
da Polícia Ferroviária Federal, órgão ligado ao Ministério da
Justiça.
Assim, estando evidenciados a relevância e o interesse
público de que a matéria se reveste,
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo apela
para a Excelentíssima Senhora Presidenta da República a fim de
que determine aos órgãos competentes, em especial ao Ministério
da Justiça, A ELABORAÇÃO DE ESTUDOS E A ADOÇÃO
DE PROVIDÊNCIAS URGENTES NO SENTIDO DE INCORPORAR
OS POLICIAIS FEDERAIS DA RFFSA, CBTU e TRENSURB, AO
DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL, ÓRGÃO
LIGADO AO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, medida esta, que repara
uma grave injustiça cometida contra os membros desta gloriosa
corporação.
Sala das Sessões, em 14-10-2013.
a) Itamar Borges

http://www.imprensaoficial.com.br/
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ALEGORIA DA CAVERNA

Alegoria da Caverna

Se, os senhores ministráveis da injustiça: - controladores remotos de seus avatares pensão que podem nos manter no anonimato funcional sob a manta escura da injustiça, aonde o ostracismo seria um banquete de marajás. Saibam eles que a figura quixotesca imaginaria de homens em alegoria na caverna ( https://www.google.com.br/#q=alegoria+da+caverna+policia+federal ), não cabe e nunca coube a nós. Nós não viemos do imaginário e não somos o objeto da letra morta ( decreto imperial 641 de 26 de junho 1852- art. 1º paragrafo. 14 da lei de garantia de juros ), nós somos, sim, o retrato fiel do que a injustiça de um desmonte jurídico pode produzir a todo um efetivo de homens que tinham o compromisso institucional e funcional de cuidar.

Deram muita importância as sombras produzidas na parede da caverna. E negligenciaram o que os assombravam.

Portanto senhores! muito cuidado ao tentar abater o moral de homens comprometidos com nobre causa que merece remédio jurídico e no mínimo a compreensão de homens públicos investidos de autoridades. Muito cômodo e prático incinerar toda esperança e direito e jogá-la ao vento dos quatro cantos do esquecimento eterno.

Mas não há mal que perdure para sempre e Dom Quixote de La Mancha é uma obra literária das mais lidas do mundo e de melhor compreensão literária. À alegoria da caverna do grande filosofo Platão é tema de discussão acadêmica das mais brilhantes mentes conhecidas do hemisfério ocidental produzindo inúmeros entendimentos. -Desconheço qualquer entendimento contraproducente e degenerativo da figura humana, acho que o grande pensador sentiu no túmulo a mesma sensação de Santos Dumont quando sua criação aparelhou a guerra.

Prefiro a imagem do cavaleiro da triste figura combatendo os moinhos controlados remotamente pelos que tiram proveitos sentados nas suas confortáveis cadeiras e gabinetes revestidos de injustiça.

Cunha

UMA VISÃO HOLÍSTICA PARA OS PFFs

SRS. POLICIAIS FERROVIÁRIOS FEDERAIS DO BRASIL

Gostaria de destacar alguns aspectos fundamentais da nossa causa após a constituição de 1988.

1- Com a graça de Deus e sua permissão, a formação da CNRPFF.

2- Humildade, determinação, paciência, sabedoria, tolerância, abnegação, estratégia e desapego a vaidade.

3- 04 de agosto de 2011 a Lei nº 12.462

4- O retorno dos demitidos (RJ) de 1996 a CBTU-BH, o entendimento jurídico do MPT-RJ.

5- O entendimento jurídico do MPF-PE.

6- O envolvimento do Deputado Ademir Camilo a nossa causa.

7- A comissão de fiscalização finanças e controle (lembrando aos Srs. que antes desta comissão passamos pelo crivo da comissão de segurança publica).

8- O “MJ” e sua atual portaria 3252 (sustentando prerrogativas da ADI) vê o afunilamento do tempo de esperar e protelar levando em consideração a conveniência e oportunidade do chefe do poder executivo de concretizar ou não o pleito dos policiais ferroviários em virtude dos itens 3, 5 e 7.


São oito itens que cabe discussão e reflexão na temática percorrida da CNPFF antes de fazermos qualquer juízo de valor, daqueles que se abnegaram em comprometimento com uma causa.

Se, entre nós temos valores acadêmicos? Em técnicas administrativas, jurídicas e filosóficas para equalizar a dinâmica proposta pela CNRPFF, ainda esta em tempo desde que você use o item (2). Pois; o tempo de esperar e protelar são para o inimigo oculto dentro do “MJ”e outras pastas, lembra! O item (8)! 


Sinceramente, eu só consigo enxergar avanço de poucos homens determinados a se fazer cumprir a previsão constitucional.

É verdadeiro afirmar: - que o poder executivo pratica deslealdade constitucional além de omissão; por outro viés, nós também somos desleais e omissos, quando pegamos os nossos direitos e esquecemos por serem convenientes os direitos de outros companheiros tão policiais quantos nós.

Nós, somos capazes de deixar gente para trás e usufruirmos sem nenhum remorso de uma vida profissional usando a “lei de Gerson” numa boa! 

Entendo que no ministério da justiça só encontramos gente muito parecida com a gente e até mais preparada para aplicar a “lei de Gerson”.

Permitam-me agora, sem polemizar o estado da fé, dos fundamentos religiosos e o estado laico, em suma: - todos conforme as suas convicções.

Todos os itens enumerados foram feitos de grandes conquistas em qualquer linha de raciocínio das nossas convicções, a luta do grande contra o pequeno e com a agravante do pequeno suportar para não ocasionar guerra interna os gargalos gerados da arvore envenenada, herança dos nossos antecessores, muito bem aplicada até os nossos dias. Afina! Tiveram ótimos professores. 


Por isso uma autoanálise do que somos e intervenção divina na liderança equilibrada da CNRPFF nos dá forças para seguirmos em frente na missão que foi dada.


Obs: Os aspectos enumerados são apenas uma síntese de um emaranhado e complexo tema que perdura desde 1988 não descartando de forma alguma outros 
aspectos e formas abalizadas de discussão.

Cunha. Matéria publicada em abri de 2012