´POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Policiais Ferroviários Federais a vontade em forma

quarta-feira, 13 de julho de 2011

POLICIA FERROVIARIA FEDERAL: Ladrões são Presos no Rio por furto de cabos na Su...

POLICIA FERROVIARIA FEDERAL: Ladrões são Presos no Rio por furto de cabos na Su...: "fonte R7 Rio Enviado por PFF Moura."

terça-feira, 12 de julho de 2011

O TERMINAL CENTRAL DO BRASIL GANHARÁ NOVO VISUAL

 SuperVia afirma que medida começou a ser adotada nesta segunda-feira. Segundo a empresa, nova grade horária comtempla todos os ramais. 

Do G1 RJ


Os usuários de trens terão, a partir desta segunda-feira (11), 40 novas viagens com mais 71 mil lugares por dia, em horários de pico pela manhã e no fim da tarde. A informação é da SuperVia, concessionária que administra o serviço.
Segundo a empresa, serão 32 novos horários. Nos intervalos com menor fluxo, os passageiros contarão com 8 novas partidas. A SuperVia informou que a nova grade horária contempla todos os ramais e foi permitida, principalmente, pelo tempo máximo regular que a composição permanecerá na plataforma de embarque, que será de 6 minutos.
De acordo com a SuperVia, a mudança é uma preparação para a implantação da operação por intervalos, prevista para setembro. A medida faz parte de um pacote de melhorias, o "Supervia em Movimento", que pretende trazer, em curto prazo, mais conforto e rapidez para os usuários.
Novas medidas
Em junho, a SuperVia anunciou novas medidas de melhoria no sistema ferroviário. Entre elas estava a reforma da estação da Central do Brasil. De acordo com o presidente da concessionária, Carlos José Cunha, um dos objetivos é transformar a famosa estação num ponto turístico importante, já tendo em vista o grande fluxo de turistas que estarão na cidade nos próximos eventos esportivos.
Segundo o projeto da SuperVia, a Central terá a fiação elétrica, hoje aparente, embutida, mármores limpos, lojas padronizadas e banheiro gratuito já em agosto.
Novas máquinas terão condições de lavar um trem a cada 15 dias. Atualmente, os trens são lavados a cada 40 dias. Todas a 98 estações sofrerão reformas, ganhando coberturas para que o passageiro não sofra com o sol e a chuva.
Central do Brasil (Foto: Divulgação/SuperVia)
Ilustração de como ficará a Central do Brasil (Foto: Divulgação/SuperVia)
Plataforma padronizadaDesde o dia 15 de junho, na Central do Brasil, teve início o teste de fidelização da plataforma, o que significa que cada trem passará sempre pela mesma plataforma. Segundo a SuperVia, quem usa os trens da SuperVia não precisará mais se aglomerar junto aos monitores para saber em que plataforma seu trem vai passar.
Outra novidade é que a partir de setembro, os trens passarão a operar em intervalos de tempo, em vez de horários fixos, dando uma característica metroviária ao serviço. Um novo sistema de sinalização automatizado poderá reduzir o intervalo entre os trens em até 50%. Atualmente, é o maquinista que para o trem no sinal vermelho, mas com o ATP - Automatic Train Protection - o trem parará automaticamente ao passar no sinal vermelho.
Conforto no verão
No verão, o carioca terá mais conforto: até fevereiro já terão chegado da China oito dos 34 trenscomprados pelo governo do estado, todos com ar-condicionado e câmeras internas para segurança. Outros seis trens em uso serão reformados com reforço no sistema de ar-condicionado.


As melhorias passam pelo aumento da frota e de sua idade média. A frota atual é de 160 trens com idade média de 35 anos; em 2014, serão 191 trens com idade média de 16 anos, todos com ar-condicionado.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

ROUBO E DEPREDAÇÃO NAS LINHAS DOS TRENS

Ferrovia FederalAntes motivo de orgulho, a rede ferroviária nacional enfrenta uma dura realidade de destruição do patrimônio público e falta de investimentos


Publicação: 10/07/2011 20:12 Atualização:

O ferroviário Hélio Claudino da Silva lamenta: "Sofro com a degradação da via"
O sol ainda nem raiou e Hélio Claudino da Silva, 62 anos, já está com o ouvido colado na estrada de ferro que passa a poucos metros da porta de sua casa, em Luziânia (GO). Representante da terceira geração de uma família de ferroviários, ele assumiu o papel de fiscal voluntário do trecho operado pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), tomado pelo mato e cercado de moradores pobres. Ao contrário do grande movimento de décadas atrás, hoje só passam cinco trens por dia pela linha de 70 quilômetros entre Brasília e o município goiano, às margens da BR-040. A maioria, de madrugada. “Sofro com a degradação da via. Os trilhos estão enferrujados e 70% dos dormentes estão podres”, lamenta, saudoso do tempo em que embarcavam e desembarcavam centenas de pessoas no pátio vizinho da sua moradia.

Totalmente depredada, a Estação Jardim Ingá é abrigo para assaltantes e drogados. Até os anos 1980, o local, onde ainda funciona um decadente centro de manutenção, agora da concessionária FCA, era importante entreposto de gado e gente. Desde a privatização da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), em 1996, a estrada minguou e passou a transportar cargas de meia dúzia de agroindústrias, encabeçadas pela Bunge Alimentos. Aposentado da RFFSA desde o ano em que o patrimônio da estatal foi cedido a investidores privados, Claudino conta que fazia parte do grupo criado em 1969 para fazer reparos na linha da então malha Centro-Oeste da rede. “Éramos 118 homens e, hoje, não chegam a 12”, emenda.R$ 40 bilhõesO descaso descrito pelo goiano se repete com cores mais dramáticas em centenas de outras localidades no interior do país, ao longo dos quase 19 mil quilômetros concedidos a 10 operadores privados e tidos pela própria Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) como abandonados ou subaproveitados. O Ministério Público Federal (MPF) calcula que essas “sobras” de trechos constituem um patrimônio de R$ 40 bilhões, consumido pela ação do tempo, por permanentes furtos e invasões. Para piorar, a corrupção no Ministério dos Transportes, que levou à queda de sua cúpula na semana passada, explica negligências e trava investimentos.“Esse quadro só existe em razão da precariedade dos contratos de concessão, que transferiram 28 mil quilômetros sem deixar clara a responsabilidade dos concessionários em relação aos trechos não aproveitados”, explica Bernardo Figueiredo, diretor-geral da ANTT. Ele informa que o órgão regulador vai baixar nos próximos dias duas resoluções para licitar linhas não usadas ou fazê-las voltar à custódia da União. “Curtas distâncias de ferrovia são, quase sempre, economicamente inviáveis. Mas pode haver interessados em explorar ramais para transporte local de cargas ou para fins turísticos, com trens históricos.” Outra alternativa é transformar as linhas em rodovias. Na sua avaliação, só o modal ferroviário de alta velocidade concorre no mercado de passageiros com o rodoviário e o aéreo.Rodrigo Vilaça, diretor executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), que representa as concessionárias, rebate acusações de desleixo feitas pelo MPF e duvida que trechos abandonados deem lucro. “A malha já estava muito prejudicada quando assumimos. Se não fosse o processo de concessão, talvez não restasse mais nada”, comenta. A ANTF propôs ao governo um plano para investir R$ 15 bilhões em cinco anos para solucionar os gargalos dos trechos usados, em troca de renovação ou prorrogação dos contratos de concessão, que vencem a partir de 2026. “A aplicação desses recursos próprios na eficiência das ferrovias só depende de novo marco regulatório.”MoradoresNa avaliação de Vilaça, as dificuldades do setor refletem a falta de planejamento e a dificuldade para tomar decisões. Como exemplo, ele menciona o conflito envolvendo mais de 200 mil famílias que residem às margens dos trilhos. Apenas algumas negociações, mediadas por prefeituras e que levaram de dois a quatro anos, conseguiram remover os moradores irregulares para outros locais de programas habitacionais. “Além de não termos poder de polícia, estamos tratando de algo sério: a vida das pessoas”, resume. Outro problema a ser encarado é a defasagem técnica da mão de obra: “Operamos ferrovias dos séculos 19 e 21 e décadas sem investimento na formação de pessoal”.O Plano Nacional de Logística de Transportes (PNLT) prevê ampliação da malha para 52 mil quilômetros até 2025 com a construção de 17 ferrovias, das quais sete estão em execução e outras 10, em estudo. A extensão final da malha pode, contudo, sofrer ajustes, caso trechos indesejados sejam definitivamente excluídos do resto. Os projetos estão focados na melhora da integração da rede atual com rodovias e portos, em favor do escoamento da produção de grãos e do comércio exterior. Em paralelo, outros planos são colocados em movimento, como o Trem de Alta Velocidade (TAV), que ligará Campinas (SP), São Paulo e Rio de Janeiro, com o custo estimado pelo mercado em R$ 55 bilhões.Em março, o governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), pilotou um pequeno veículo da FCA para lançar o projeto de retomada do transporte ferroviário de passageiros entre Brasília e Luziânia, encerrado em 1984. “Essa conversa de trem metropolitano vai e volta há 25 anos. Duvido que sairá do discurso”, desconfia o experiente Claudino, que coleciona histórias e objetos de uma época mais auspiciosa. Ele conta que foi cumprimentado por governadores e militares, em eventos onde promessas de dias melhores para aquela linha estreita e de curto trajeto foram anunciados. Prefere manter a rotina de denunciar acidentes, depredações e roubos dos equipamentos e peças que ainda restam.

POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL NO SENADO FEDERAL 6/07/2011

POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL - Está chegando a hora

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A PFF CONQUISTA BATALHA NO SENADO FEDERAL

PLENÁRIO / VOTAÇÕES
06/07/2011 - 21h07
Senado confirma criação da Secretaria de Aviação Civil 
[foto: Waldemir Barreto / Agência Senado]
Originalmente, a Medida Provisória (MP) 527/2011, transformada em Projeto de Lei de Conversão (MP) 17/2011, tratava apenas do setor de aviação civil do país. A proposta, aprovada no Plenário do Senado nesta quarta-feira (6), criou a Secretaria de Aviação Civil, alterou a legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Infraero para se adequar a nova estrutura funcional e criou novos cargos para o setor.
Pela nova lei, a Secretaria de Aviação Civil passa a integrar a Presidência da República, junto a secretarias como Relações Institucionais, Comunicação Social e Direitos Humanos. Sua atribuição principal é a de formular políticas e assegurar infraestrutura para a aviação civil. A pasta, que está sob o comando do ministro Wagner Bittencourt, ganhou a responsabilidade pelo setor, que antes ficava a cargo do Ministério da Defesa. Já a Anac e a Infraero passam a responder ao ministro da Aviação Civil, que terá ainda a missão de fazer o planejamento estratégico para o mercado aéreo do país.
A decisão de criar uma nova secretaria para cuidar da aviação civil foi justificada pela presidente Dilma Rousseff diante do crescimento no número de passageiros nos aeroportos nos últimos anos e da necessidade de se fazer uma intensa reformulação no setor para atender a essa nova demanda. As melhorias no sistema de aviação civil brasileiro também são exigências para que o país possa sediar sem transtornos a Copa do Mundo de Futebol em 2014.
A MP 527/2011 instituiu ainda o Fundo Nacional de Aviação Civil, de natureza contábil, para tratar dos recursos do setor e 129 novos cargos em comissão, entre eles os de ministro e de secretário-executivo e seus assessores, para integrar a equipe da nova secretaria. Além disso, surgem também 100 novos cargos de controladores aéreos para incrementar o sistema.
Em outro artigo, a medida transforma o cargo de secretário nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (de natureza especial) no cargo de assessor chefe da Assessoria Especial do presidente da República. O salário fixado para esse cargo é de R$ 11.179,36.
Policiais ferroviários federais
O PLV 17/2011 trouxe ainda uma mudança que beneficiou os policiais ferroviários federais. O artigo 48 do projeto prevê a transferência dos profissionais de Segurança Pública Ferroviária do grupo Rede, da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb) para o Departamento de Polícia Ferroviária Federal do Ministério da Justiça. Dezenas desses policiais acompanhavam a votação da medida na galeria do Plenário do Senado.