´POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

CUFA - Central Única das Favelas

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Programa Sempre Um Papo com Luiz Eduardo Soares - 2010

terça-feira, 12 de abril de 2011

CÁLCULO DA VELOX

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

DEFESA DO POLICIAL CONTRA FACA



No meio policial, apesar da razoável evolução nos novos métodos de treinamento policial, ainda persistem muitas dúvidas no que se refere aos procedimentos mais adequados quando houver a necessidade da utilização das armas de fogo. Muitos de nossos policiais, infelizmente, acham-se despreparados para enfrentar situações de risco, principalmente aquelas em que será necessário realizar disparos com a arma.

Alguns instrutores menos preparados, na formação destes policiais, ensinam técnicas e procedimentos totalmente desvinculados e abstraídos do que realmente seria necessário para uma maior segurança do policial em situações reais.

Uma dúvida recorrente é sobre qual seria o melhor procedimento a ser adotado por um policial para uma iminente agressão com uma arma branca.

Em várias partes do mundo há diversos estudos sobre os confrontos policiais à curta distância. O Sargento Dennis Tueller, da Utah Police Department, desenvolveu várias pesquisas sobre os confrontos em curta distância, tendo determinado que o tempo que um policial treinado  levava para sacar sua arma e realizar um disparo, era o mesmo que um agressor armado com uma faca levava para esfaquear um alvo a 21 pés de distância (6,4 metros). Ele desenvolveu um método de treinamento denominado Tueller Drill.

Um estudo do FBI sobre confrontos armados concluiu que 85% ocorrem a menos de 3 metros de distância.

Cecilio Andrade, instrutor e pesquisador de armas e tiro policial, com base em seus estudos, afirmou que: "El 60 por ciento de las personas atacadas con armas de fuego, sobreviven, pero, por contra, el 60 por ciento de los atacados con armas blancas...fallecen".

Em continuação ao artigo DEFESA DO POLICIAL CONTRA FACA (sugiro a leitura antes de prosseguir este texto) faço algumas considerações para as situações em que o policial é surpreendido por uma agressão com arma branca, em curta distância (menos de 7 metros), e com sua arma ainda no coldre.

No vídeo a seguir observe a gravidade e o risco de uma investida frontal, quando o policial não está devidamente preparado. Nesta sequência, filmada em um treinamento que ministrei para policiais militares, determinei que o PM se defendesse da agressão, entretanto eu ainda não havia explanado sobre a melhor técnica de defesa:


Posteriormente determinei que o policial se esquivasse lateralmente, ao mesmo tempo em que sacava a arma e realizava os disparos que fossem necessários para cessar a agressão. Vejam a nova sequência:


HORÁRIO DE TRABALHO DO POLICIAL

        
0114.jpgSegurança vai debater carga horária de Operadores de Segurança Pública
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado vai promover audiência pública para debater a carga horária semanal para os operadores de segurança pública (policiais e bombeiros), objeto do Projeto de Lei 5799/09, do ex-deputado Capitão Assumção. A audiência foi proposta pelo deputado Delegado Waldir (PSDB-GO) e ainda não tem data definida.
Serão convidados para debater o tema com os integrantes da comissão representantes de sindicatos, associações, secretarias de Segurança Pública, os diretores das Polícias Federal e Rodoviária e secretarias municipais que tenham guardas municipais.
Na avaliação do deputado Delegado Waldir, o projeto em discussão é complexo e “poderá ocasionar graves consequências na administração da segurança pública do País”. Para ele, a proposta “impede aos policiais avanços importantes em direitos e condições de trabalho”.
30 horas semanaisO projeto em debate estabelece que a duração normal da jornada de trabalho dos operadores de segurança pública - policiais militares dos estados, corpo de bombeiros, guardas municipais, policiais civis, guarda portuária, polícia rodoviária federal, polícia federal, polícia ferroviária federal, dentre outros - não excederá a seis horas diárias ou trinta horas semanais.
Também tramita em conjunto o Projeto de Lei 6399/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que assegura aos policiais militares e bombeiros militares a carga horária semanal máxima de 48 horas.
Da Redação/NA